APLICAÇÃO ISOLADA DE OXICLORETO DE COBRE NO CONTROLE DA MANCHA PRETA DOS CITROS

Autores

  • Antonio Eduardo Fonseca Department of Phytopathology, Universidade Estadual Paulista “Julio de Mesquita Filho”, Jaboticabal, SP http://orcid.org/0000-0001-8977-2944
  • Antonio de Goes Department of Phytopathology, Universidade Estadual Paulista “Julio de Mesquita Filho”, Jaboticabal, SP http://orcid.org/0000-0002-7749-3523
  • Fernanda Dias Pereira Department of Phytopathology, Universidade Estadual Paulista “Julio de Mesquita Filho”, Jaboticabal, SP http://orcid.org/0000-0002-6280-1562

Palavras-chave:

Citrus sinensis. Controle químico. Oxicloreto de cobre. Phyllosticta citricarpa.

Resumo

A Mancha Preta dos Citros causada pelo fungo Phyllosticta citricarpa é uma doença que causa lesões em frutos e queda prematura em estágios mais severos. O uso de fungicidas sistêmicos é a principal medida de controle, porém a busca por um controle alternativo pode envolver a aplicação de fungicidas cúpricos isoladamente, em intervalos reduzidos. Sendo assim, o trabalho teve como objetivo verificar o controle de MPC mediante a aplicação de oxicloreto de cobre em diferentes concentrações. O experimento foi instalado no município de Bebedouro/SP durante a safra 2014/15, variedade ‘Valência’, em delineamento em blocos casualizados. Os tratamentos foram constituídos pelas concentrações: zero (testemunha), 31; 24,5; 18,5; 12,2 e 9,1 mg de cobre metálico/m3, tendo como referência o fungicida oxicloreto de cobre (588 g L-1 de oxicloreto de cobre ou 350 g de cobre metálico; formulação SC) e, um tratamento adicional, constituído pela aplicação do fungicida cúprico óxido cuproso e fungicida do grupo da estrobilurina. As aplicações foram realizadas em intervalos de catorze dias, iniciando em 2/3 pétalas caídas, perfazendo um total de 14 aplicações. Foram realizadas cinco avaliações de incidência e severidade em intervalos de 30 dias, estendendo-se até meados de novembro, quando foi realizada a colheita dos frutos. A partir desses dados foi calculada a área abaixo da curva de progresso da doença (AACPD). Concluiu-se que aplicações em intervalos de catorze dias de oxicloreto de cobre SC a 31 e 24,5 mg/m3 copa, foram eficientes no controle de MPC, cuja eficiência foi comparável ao tratamento padrão.

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Publicado

22-08-2019

Edição

Seção

Agronomia