EFEITOS DA COMPETIÇÃO E DO DÉFICIT HÍDRICO SOBRE O CRESCIMENTO DE GIRASSOL E PLANTAS DANINHAS

Autores

  • Murilo Meira Soares Department of Agronomic and Forest Sciences, Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Mossoró, RN http://orcid.org/0000-0002-8201-2384
  • Cláudia Dayanny Melo Freitas Department of Agronomic and Forest Sciences, Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Mossoró, RN http://orcid.org/0000-0001-5243-5071
  • Fernando Sarmento de Oliveira Department of Agronomic and Forest Sciences, Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Mossoró, RN http://orcid.org/0000-0002-4019-5899
  • Hélida Campos de Mesquita Department of Agronomic and Forest Sciences, Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Mossoró, RN http://orcid.org/0000-0003-0357-6841
  • Tatiane Severo Silva Department of Agronomic and Forest Sciences, Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Mossoró, RN http://orcid.org/0000-0002-3543-6811
  • Daniel Valadão Silva Department of Agronomic and Forest Sciences, Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Mossoró, RN http://orcid.org/0000-0003-0644-2849

Palavras-chave:

Helianthus annuus. Amaranthus spinosus. Waltheria indica. Estresse hídrico. Interferência.

Resumo

No ambiente agrícola é comum a ocorrência de estresse de origem biótica e abiótica, como a interferência das plantas daninhas e o déficit hídrico no solo, respectivamente. Porém, pouco se conhece sobre os efeitos da interação desses estresses sobre o crescimento de espécies cultivadas e daninhas. Desta maneira, o objetivo deste trabalho foi avaliar os efeitos da competição e do déficit hídrico sobre o crescimento de girassol e plantas daninhas. O experimento foi realizado em delineamento em blocos casualizado, com quatro repetições. Os tratamentos foram arranjados em fatorial 5x2, com o primeiro fator correspondente aos arranjos de competição entre as espécies (girassol + Waltheria indica; girassol + Amaranthus spinosus; girassol, W. indica e A. spinosus em monocultivo), e o segundo dos regimes hídricos (irrigado e déficit hídrico). O déficit hídrico foi estabelecido quando as plantas de girassol apresentavam seis folhas expandidas – estádio V6 e mantido até que a taxa de assimilação de CO2 das plantas alcançou valores próximos à zero (6 dias), momento em que a irrigação foi retomada. A competição entre plantas reduziu o crescimento do girassol, W. indica e A. spinosus. As espécies W. indica e A. spinosus agravaram os efeitos negativos do déficit hídrico sobre o crescimento do girassol. O déficit hídrico não afetou o crescimento da espécie W. indica. O A. spinosus foi mais competitivo com o girassol do que a W. indica.

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Publicado

16-05-2019

Edição

Seção

Agronomia