CARACTERÍSTICAS DA CANA-DE-AÇÚCAR IN NATURA E HIDROLISADA COM CAL VIRGEM EM DIFERENTES TEMPOS DE ESTOCAGEM

Autores

  • Adauton Vilela de Rezende Universidade José do Rosário Vellano image/svg+xml
  • Carlos Henrique Silveira Rabelo Universidade José do Rosário Vellano image/svg+xml
  • Luiz Paulo Andrade Universidade José do Rosário Vellano image/svg+xml
  • Flávio Henrique Silveira Rabelo Universidade José do Rosário Vellano image/svg+xml
  • Wesley Batista dos Santos Universidade José do Rosário Vellano image/svg+xml

Palavras-chave:

Saccharum officinarum, tratamento alcalino, valor nutritivo

Resumo

Objetivou-se avaliar a composição bromatológica e digestibilidade in vitro da matéria seca de cana-de-açúcar hidrolisada em diferentes tempos de estocagem. O experimento foi conduzido no setor de Forragicultura da UNIFENAS, campus de Alfenas (MG) em 2010. Utilizou-se o delineamento inteiramente casualizado em esquema fatorial 2 x 6, sendo testados dois tratamentos (cana-de-açúcar in natura e hidrolisada com 1,0% de cal virgem) em seis tempos de estocagem (0, 24, 48, 72, 96 e 120 horas), com três repetições. A cana-de-açúcar armazenada no estado in natura apresentou menores teores de MS, PB, FDN e FDA em relação à hidrolisada, no entanto, apresentou maiores porcentagens de MO e NDT. Os maiores coeficientes de digestibilidade in vitro da MS e MO foram observados na cana-de-açúcar que permaneceu no estado in natura, devido a melhor composição bromatológica apresentado por este tratamento. O armazenamento da cana-de-açúcar no estado integral (in natura) apresenta melhor composição bromatológica quando comparado à cana-de-açúcar hidrolisada, não sendo recomendado utilizar cal virgem, pois não atua positivamente nas características químico-bromatológicas dessa gramínea. A cana-de-açúcar in natura pode ser armazenada por até 96 horas após o corte, sem comprometimento da composição bromatológica.

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Publicado

10-12-2013

Edição

Seção

Zootecnia