CRESCIMENTO, PRODUÇÃO E QUALIDADE DO ABACAXIZEIRO ‘PÉROLA’ SOB DIFERENTES LÂMINAS DE IRRIGAÇÃO

Autores

  • Lidiane Rodrigues Londe Franco Universidade Estadual de Montes Claros image/svg+xml
  • Victor Martins Maia Universidade Estadual de Montes Claros image/svg+xml
  • Osdnéia Pereira Lopes Universidade Federal de Viçosa image/svg+xml
  • Wllysses Thiago Nogueira Franco Universidade Estadual de Montes Claros image/svg+xml
  • Silvânio Rodrigues dos Santos Universidade Estadual de Montes Claros image/svg+xml

Palavras-chave:

Ananas comosus var. Comosus. Tanque classe A. Gotejamento.

Resumo

Em regiões semiáridas, a irrigação é fundamental para obtenção de boas produtividades e frutos de qualidade do abacaxizeiro. Objetivou com o presente trabalho avaliar as características vegetativas, a produção de mudas e de frutos, bem como a qualidade dos frutos do abacaxizeiro ‘Pérola’, sob diferentes lâminas de irrigação aplicadas por gotejamento. O experimento foi instalado num esquema fatorial 5 x 10, cinco lâminas de irrigação, 30, 50, 70, 100 e 150% da ECA (Evaporação do tanque Classe A) e dez épocas de avaliações, aos 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 17, 18 e 19 meses após o plantio (MAP), no delineamento em blocos casualizados, com quatro repetições, para as avaliações de crescimento vegetativo. Para as avaliações de qualidade, produção e produtividade consideraram-se como tratamentos apenas as lâminas de irrigação. As plantas de abacaxizeiro ‘Pérola’ submetidas às diferentes lâminas de irrigação não diferem entre si para as características de produtividade, peso dos frutos com e sem coroa, diâmetro e comprimento do fruto, cor da casca, sólidos solúveis totais (SST), acidez total titulável (ATT), relação SST/ATT e pH da polpa. O abacaxizeiro ‘Pérola’ expressa maior crescimento vegetativo nas lâminas de irrigação aplicadas entre 67,1 e 79,1 % da ECA. O florescimento natural total acumulado é maior na lâmina correspondente a 70% da ECA. A produção de mudas por planta e a produtividade de mudas é maior na lâmina correspondente a 85% da ECA.

Biografia do Autor

  • Lidiane Rodrigues Londe Franco, Universidade Estadual de Montes Claros
    Engenheira Agrônoma, Mestrado em Produção Vegetal no Semiárido da Universidade Estadual de Montes Claros, Departamento de Ciências Agrárias - Av Cel Moacir J. Silva – Centro – CEP 39508-000 - Jaíba – MG
  • Victor Martins Maia, Universidade Estadual de Montes Claros
    Engenheiro Agrônomo, Doutor em Fitotecnia, Professor de Educação Superior – Departamento de Ciências Agrárias da Universidade Estadual de Montes Claros – MG – Caixa Postal 91, CEP 39440-000 - Janaúba-MG – Brasil - e-mail: victor.maia@unimontes.br
  • Osdnéia Pereira Lopes, Universidade Federal de Viçosa
    Engenheira Agrônoma, M. Sc. em Produção Vegetal no Semiárido da Universidade Estadual de Montes Claros, Doutoranda em Fitotecnia da Universidade Federal de Viçosa. Departamento de Fitotecnia, Universidade Federal de Viçosa – MG, CEP 39570-000 - Viçosa-MG
  • Wllysses Thiago Nogueira Franco, Universidade Estadual de Montes Claros
    Engenheiro Agrônomo, Universidade Estadual de Montes Claros – MG, Departamento de Ciências Agrárias – Caixa Postal 91, CEP 39440-000 - Janaúba-MG
  • Silvânio Rodrigues dos Santos, Universidade Estadual de Montes Claros
    Engenheiro Agrônomo, M.Sc. e Doutorando em Engenharia Agrícola pela Universidade Federal de Lavras, Professor de Educação Superior – Departamento de Ciências Agrárias da Universidade Estadual de Montes Claros – MG – Caixa Postal 91, CEP 39440-000 - Janaúba-MG

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Publicado

28-06-2014

Edição

Seção

Agronomia