PROPAGAÇÃO DE RAMBUTANZEIRO (Nephelium lappaceum L.) POR ENXERTIA

Autores

  • Lívia Felício Barreto Universidade Estadual Paulista "Julio de Mesquita Filho" - Câmpus de Jaboticabal
  • Ludmilla de Lima Cavallari Faculdades Associadas de Aruiquemes
  • Guilherme Costa Venturini Universidade Estadual Paulista "Julio de Mesquita Filho" - Câmpus de Jaboticabal
  • Renata Aparecida de Andrade Universidade Estadual Paulista "Julio de Mesquita Filho" - Câmpus de Jaboticabal
  • Antonio Baldo Geraldo Martins Universidade Estadual Paulista "Julio de Mesquita Filho" - Câmpus de Jaboticabal

Palavras-chave:

Nephelium lappaceum L. Garfagem. Proteção do enxerto. Porta enxerto.

Resumo

Devido a grande diversidade genética de plantas de rambutan para estabelecimento de pomares comerciais da cultura recomenda-se o uso de plantas propagadas vegetativamente. Este trabalho teve como objetivo determinar o melhor método de enxertia, proteção do enxerto e tipo de porta enxerto para sua propagação. O experimento foi repetido em duas épocas do ano (outono/inverno e primavera/verão). O delineamento experimental foi inteiramente casualizado em ambos experimentos, com 4 repetições, sendo cada unidade experimental composta de 10 plantas analisadas em um fatorial 4x2x2, sendo 4 tipos de enxertia (inglês simples-IS; fenda cheia-FC; fenda esvaziada-FE; e fenda esvaziada invertida-FEI), 2 tipos de materiais de proteção do enxerto (Biodegradável e Plástico) e 2 tipos de porta enxertos (sem ou com folhas). As variáveis analisadas foram: porcentagem de pegamento; número; e comprimento das brotações (cm). Para as enxertias realizadas no outono/inverno, tanto a garfagem por fenda cheia quanto o inglês simples com fita biodegradável e porta enxerto sem folhas proporcionaram os melhores resultados na propagação do rambutanzeiro. Os melhores resultados foram observados na época outono/inverno.

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Publicado

13-04-2015

Edição

Seção

Agronomia