FREQUÊNCIA ALIMENTAR NA LARVICULTURA DE PACAMÃ

Autores

  • José Cláudio Epaminondas dos Santos Centro Integrado de Recursos Pesqueiros e Aquicultura de Três Marias, Três Marias, MG.
  • Marcelo Mattos Pedreira Aquaculture Laboratory, Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, Diamantina, MG.
  • Ronald Kennedy Luz Aquaculture Laboratory, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, MG.

DOI:

https://doi.org/10.1590/1983-21252016v29n230rc

Palavras-chave:

Artemia. Lophiosilurus alexandri. Manejo alimentar. Peixe carnívoro. Ração comercial.

Resumo

Objetivou-se avaliar diferentes frequências alimentares na larvicultura de pacamã Lophiosilurus alexandri. Na primeira fase, com duração de 10 dias, larvas com nove dias pós-eclosão (13,5 ± 0,7 mm) foram estocadas na densidade de 10 larvas L-1 em tanques com 5 L cada. Os tratamentos experimentais foram: F2T (alimentação as 8h00 e 17h00); F2M (alimentação as 8h00 e 12h30); F3 (alimentação as 8h00, 12h30 e 17h00); e F4 (alimentação as 8h00, 11h00, 14h00 e 17h00). Durante esta fase foram utilizados náuplios de Artemia como alimento. Na segunda fase, com duração de 15 dias, os juvenis foram estocados em tanques com 20 L na densidade de 2,2 juvenis L-1, sendo mantidas as mesmas frequências alimentares da primeira fase. A alimentação consistiu no fornecimento de ração comercial contendo 40% de proteína bruta. Durante as duas fases, as diferentes frequências alimentares não afetaram o desempenho e sobrevivência. No entanto, a sobrevivência diminui da primeira para a segunda fase, mostrando a importância do tipo de alimento. Durante a larvicultura do pacamã pode ser recomendada a frequência alimentar de duas vezes ao dia.

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Publicado

03-05-2016

Edição

Seção

Nota Técnica