ATIVIDADES ENZIMÁTICAS DE SOLO COM ESTÁGIOS E MANEJO DE REGENERAÇÃO DE FLORESTAS DA CAATINGA

Autores

  • Andrezza Emanuella Oliveira Silva Department of Agronomy, Universidade Federal Rural de Pernambuco, Garanhuns, PE
  • Érika Valente de Medeiros Universidade Federal Rural de Pernambuco, Garanhuns, PE
  • Euzelina dos Santos Borges Inácio Department of Agronomy, Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, Cruz das Almas, BA
  • Ignácio Hernan Salcedo Instituto Nacional do Semiárido, Campina Grande, PB
  • Laerte Bezerra de Amorim Instituto Federal do Piauí, Oeiras, PI

DOI:

https://doi.org/10.1590/1983-21252018v31n217rc

Palavras-chave:

Enzimas extracelulares do solo. Qualidade do solo. Fosfatase. Uréase. Arilsulfatase.

Resumo

As áreas tropicais secas são as que sofrem as mais severas pressões antrópicas. Este fator motiva estudos que objetivam caracterizar e monitorar a qualidade do solo visando determinar estratégias de manejo para os produtores. O objetivou-se avaliar a atividade enzimática das enzimas fosfatases ácida e alcalina, uréase e arilsulfatase nas camadas superficiais de solos em áreas sob diferentes estágios de regeneração florestal, no município de Floresta-PE. Amostras de solos foram coletadas nas camadas 0-5, 5-15 e 15-30 cm nas áreas C-18 (regeneração por 18 anos), P-13 (13 anos), L-12 (12 anos), C-9 (9 anos), C-7 (7 anos) e G-4(4 anos). Os métodos analíticos usados neste estudo foram baseados na incubação das amostras de solo com soluções tamponadas de substratos específicos de cada enzima. Os métodos foram baseados em determinações colorimétricas. As atividades das fosfatases e uréase foram sensíveis em detectar mudanças na qualidade de solos com vários estágios de regeneração em áreas secas tropicais. As áreas com maior tempo de regeneração (C-18) mostraram maiores atividades enzimáticas. As atividades enzimáticas do solo respondem a diferentes estágios e manejo de regeneração florestal nas áreas secas tropicais brasileiras, nomeadamente Caatinga. A fosfatase ácida e alcalina, arilsulfatase e urease aumentaram com o tempo de regeneração.

Downloads

Publicado

06-04-2018

Edição

Seção

Ciências Florestais