AÇÃO ANTIMICROBIANA DE ÓLEO ESSENCIAL FRENTE A CEPAS BACTERIANAS CONTAMINANTES DE ALIMENTOS

  • Jorge Messias Leal Nascimento Discente (doutorado) do programa de Pós-graduação em Ciências Agrárias, Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, Cruz das Almas-BA, Brasil. Endereço para correspondência: Condomínio Rio Dourado, Rua Paulo Souto, n.16, Santo Antônio, CEP. 48902010, Juazeiro-BA
  • Mariely Bastos Cavalcante Msc. em Ciência Animal (Produção Animal), Universidade Federal do Vale do São Francisco - Univasf, Campus Ciências Agrárias, Petrolina-PE, Brasil.
  • Jarbas Freitas Amarante Biológo da Univasf, Campus Ciências Agrárias, Rodov. BR 407, Km 12, Lote 543, Projeto de Irrigação Senador Nilo Coelho s/n, Petrolina-PE 56300-990, Brasil.
  • Carina da Costa Krewer Discente (mestrado) do programa de Pós-graduação em Biociência Animal, Universidade Federal Rural de Pernambuco - UFRPE, Recife-PE, Brasil.
  • Mateus Matiuzzi da Costa Docente do colegiado de Zootecnia e Medicina Veterinária da Univasf, Campus Ciências Agrárias, Rodov. BR 407, Km 12, Lote 543, Projeto de Irrigação Senador Nilo Coelho s/n, Petrolina-PE 56300-990, Brasil.

Resumo

Objetivou-se avaliar a atividade antimicrobiana de óleo essencial obtido a partir de mix de alecrim, orégano e pimenta, em diferentes concentrações, sobre 30 isolados bacterianos, sendo 10 Staphylococcus spp., 10 Aeromonas spp. e 10 Escherichia coli. Realizaram-se testes de concentração inibitória mínima (CIM) e de concentração bactericida mínima (CBM) determinado pela técnica de microdiluição em caldo. Não foi possível avaliar os resultados da CIM do óleo utilizado, logo, o mesmo apresentou coloração turva dificultando a distinção entre o óleo e o crescimento bacteriano. Em relação aos resultados da CBM, observou-se que a melhor atividade antimicrobiana para o óleo essencial ocorreu nas concentrações de 17,2 e 34,4µg/mL, não havendo influência do metanol sobre os resultados obtidos. O óleo essencial apresenta atividade antimicrobiana frente aos micro-organismos testados. Além disso, por se tratar de um produto natural não deixa resíduos prejudiciais aos alimentos, sendo recomendada a sua utilização.

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Biografia do Autor

Jorge Messias Leal Nascimento, Discente (doutorado) do programa de Pós-graduação em Ciências Agrárias, Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, Cruz das Almas-BA, Brasil. Endereço para correspondência: Condomínio Rio Dourado, Rua Paulo Souto, n.16, Santo Antônio, CEP. 48902010, Juazeiro-BA
Atualmente sou professor-tutor do curso de graduação em Administração Pública e professor orientador da pós-graduação em Gestão Pública Municipal oferecidos pela Secretaria de Educação á Distância da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), também sou discente do curso de doutorado do programa de Pós-graduação em Ciências Agrárias da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), possuo mestrado em Ciência Animal (área de concentração: Produção Animal) pela Univasf, atuando na área de Forragicultura e Pastagens, Microbiologia do solo e analises químico-bromatológica, características estruturais e morfogênicas de plantas forrageiras. Possuo graduação em Zootecnia pela Univasf, com experiência de três anos como bolsista de iniciação cientifica (CNPq) com ênfase em Forragicultura e Pastagens e Microbiologia do solo e um ano como bolsista do programa do Conexões de Saberes (MEC). Atua nos seguintes temas: Forragicultura e Pastagens, Microbiologia e Bioquímica do solo, Análises Químico-bromatólogicas, Analises morfogênicas e estruturais de plantas forrageiras, Administração e gestão Pública.
Publicado
2015-02-05
Seção
Original Articles / Artigos de Pesquisa