DEGRADABILIDADE RUMINAL DO CAPIM COLONIÃO (Panicum maximum Jacq. cv. Colonião) EM TRÊS IDADES PÓS-REBROTA

  • Bruno Spíndola Garcez Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal/Universidade Federal, Teresina, Piauí
  • Arnaud Azevêdo Alves Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal/Universidade Federal, Teresina, Piauí
  • Daniel Louçana Costa Araújo Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal/Universidade Federal, Teresina, Piauí
  • Marlúcia da Silva Bezerra Lacerda Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal/Universidade Federal, Teresina, Piauí
  • Layza Grabiella Costa Souza UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ
  • Lucielma Ferreira Carvalho Médica Veterinária/Universidade Federal do Piauí, Teresina, Piauí, Brasil

Resumo

Objetivou-se com esta pesquisa, avaliar o valor nutritivo, quanto à composição química e a degradabilidade in situ do capim colonião em três idades pós rebrote. Para avaliação da degradação ruminal, pesou-se 4 g de amostra em sacos de náilon incubados no rúmen de dois bovinos adultos, fistulado, nos tempos 6, 24 e 72 h. Houve aumento nos teores de Matéria Seca (MS) e Fibra em Detergente Ácido (FDA) (P < 0,05) quando das maiores alturas de corte com redução na Proteína Bruta (PB). Houve redução na degradação potencial (DP) da MS, FDN e PB com o avançar da idade da forrageira, com elevação do tempo de colonização (lag) (0,69 h) e redução da taxa de passagem do FDN (1,14%/h). O aumento da idade pós rebrote do capim Colonião eleva os teores de fibra em detergente ácido e reduz os teres de proteína bruta, minimizando a degradação da MS, PB e FDN, que decrescem com o avançar da idade da forrageira. O manejo do capim Colonião aos 22 dias é o mais indicado para se obter forragem com maior teor de nutrientes e degradação ruminal, porém, deve-se atentar para a possível redução na massa de forragem em áreas manejadas com plantas nessa idade, ajustando a capacidade de suporte animal e evitando o superpastejo.

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Publicado
2016-05-31
Seção
Original Articles / Artigos de Pesquisa