Estresses hídrico e salino nas trocas gasosas, clorofila e crescimento do gergelim no semiárido brasileiro
DOI:
https://doi.org/10.1590/1983-21252026v3912977rcPalavras-chave:
Sesamum indicum L. Salinidade. Déficit hídrico. Desempenho morfofisiológico.Resumo
As regiões semiáridas apresentam problemas, como déficit hídrico e acúmulo de sais no solo, que comprometem o desempenho fisiológico e o crescimento das culturas. Este estudo avaliou os efeitos da salinidade e do déficit hídrico sobre as trocas gasosas, clorofila e crescimento do gergelim. O experimento foi conduzido na Fazenda Experimental Piroás, pertencente à Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-brasileira, Redenção, Ceará, Brasil. O delineamento experimental utilizado foi de blocos ao acaso em esquema de parcela subdividida, com quatro repetições. As parcelas correspondem a cinco condutividades elétricas da água de irrigação (CEa - 0,8; 1,6; 2,4; 3,2 e 4,0 dS m-1), e as subparcelas a dois regimes hídricos, 50% e 100% da evapotranspiração da cultura (ETc). O aumento da condutividade elétrica da água de irrigação acima de 1,6 dS m-1 reduz a taxa de assimilação de CO2, condutância estomática, a transpiração e a eficiência do uso da água, refletindo em menor desenvolvimento vegetativo do gergelim BRS Anahí. A redução de 50% da ETc reduziu a taxa de assimilação de CO2, eficiência do uso da água, clorofila e consequentemente o crescimento na cultura do gergelim.
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