PRODUÇÃO DE FITOMASSA E DECOMPOSIÇÃO DE RESÍDUOS CULTURAIS DE PLANTAS DE COBERTURAS NO CULTIVO DA SOJA EM SUCESSÃO

Autores

  • Jose Luiz Rodrigues Torres Instituto Federal do Triângulo Mineiro
  • Maycon Gabriel de Souza Silva Instituto Federal do Triângulo Mineiro
  • Matheus de Andrade Cunha Instituto Federal do Triângulo Mineiro
  • Daniela Xenofonte Pereira Valle Instituto Federal do Triângulo Mineiro
  • Marcos Gervasio Pereira Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro image/svg+xml

Palavras-chave:

Cerrado. Gramíneas e leguminosas. Tempo de meia vida.

Resumo

As espécies vegetais utilizadas como cobertura do solo antecedendo o cultivo das culturas comerciais no Cerrado devem estar adaptadas às condições de clima e solo da região, para que possam ter elevada produtividade de fitomassa e compensar as altas taxas de decomposição que ocorrem nestas regiões. Neste estudo objetivou-se avaliar a produção de fitomassa e a taxa de decomposição dos resíduos de diferentes coberturas de solo antecedendo o cultivo da soja, em Uberaba-MG, Brasil. O experimento de campo foi conduzido na safra agrícola 2011/12 no delineamento de blocos casualizados, com tratamentos compostos pelas seguintes coberturas: feijão de porco, milheto, crotalária juncea e braquiária. Avaliou-se a produção de fitomassa seca em áreas de 2 m2 por parcela, a taxa de decomposição através das sacolas de decomposição, a produtividade, número de vagens por planta e massa de 100 grãos da soja. Milheto foi a planta de cobertura que apresentou maior produção de fitomassa seca (5,22 Mg ha-1) no período avaliado. A decomposição dos resíduos vegetais ocorreu de forma acelerada até completar 120 dias e depois de forma lenta até 240 dias; crotalaria e feijão de porco foram as coberturas para as quais se observaram as maiores taxas de decomposição e os menores tempos de meia vida; a produtividade da soja não foi influenciada pelas coberturas do solo.

Biografia do Autor

  • Jose Luiz Rodrigues Torres, Instituto Federal do Triângulo Mineiro
    Pós-doutorado em Ciência do Solo pela UFRRJ (em andamento); DOUTOR em Agronomia - Produção Vegetal pela UNESP-Jaboticabal - SP, em 2003; MESTRADO em Fitotecnia pela UFruralRJ - RJ, em 1995; ESPECIALIZAÇÃO em Nutrição mineral de plantas pela ESALQ-USP-SP, em 1996; Maquinas agrícolas, projetos, aplicação e regulagens pela UFLA-Lavras-MG, em 1998; GRADUAÇÃO em Licenciatura em Ciências Agrícolas pela UFruralRJ - RJ, em 1989. Atualmente é professor EFETIVO do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro campus Uberaba/MG. Responsável pelo GRUPO DE PESQUISA credenciado junto ao CNPq denominado "Manejo e conservação do solo no cerrado", que tem como principais linhas de pesquisa: 1 - Manejo e Conservação do Solo é água; 2 - Manejo integrado de bacias hidrográficas; 3 - Recuperação de áreas degradadas.
  • Maycon Gabriel de Souza Silva, Instituto Federal do Triângulo Mineiro
    Graduando em Engenharia Agronômica pelo IFTM campus Uberaba, bolsista de Iniciação Científica PIBIC/CNPq
  • Matheus de Andrade Cunha, Instituto Federal do Triângulo Mineiro
    Graduando em Engenharia Agronômica pelo IFTM campus Uberaba, bolsista de Iniciação Científica FAPEMIG
  • Daniela Xenofonte Pereira Valle, Instituto Federal do Triângulo Mineiro
    Graduando em Engenharia Agronômica pelo IFTM campus Uberaba, bolsista de Iniciação Científica PIBIC/CNPq,
  • Marcos Gervasio Pereira, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
    Prof., Doutor em Ciência do Solo, Departamento de Solos, UFRRJ, Bolsista de Produtividade em Pesquisa 1D do CNPq.

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Publicado

26-09-2014

Edição

Seção

Nota Técnica