ATIVIDADE ACARICIDA DE EXTRATOS AQUOSOS DE PLANTAS DE CAATINGA SOBRE O ÁCARO VERDE DA MANDIOCA

Autores

  • Felipe Fernando da Silva Siqueira Universidade Federal Rural de Pernambuco image/svg+xml
  • José Vargas de Oliveira Departamento de Agronomia-Entomologia, Universidade Federal Rural de Pernambuco
  • Célia Siqueira Ferraz Unidade Acadêmica de Serra Talhada (UFRPE/UAST)
  • Carlos Romero Ferreira de Oliveira Unidade Acadêmica de Serra Talhada (UFRPE/UAST)
  • Cáudia Helena Cysneiros Matos Unidade Acadêmica de Serra Talhada (UFRPE/UAST)

Palavras-chave:

Ácaro tetraniquídeo. Plantas da caatinga. Crescimento populacional. Toxicidade e repelência.

Resumo

Os efeitos indesejáveis dos agrotóxicos têm despertado o interesse da sociedade em utilizar táticas alternativas de controle de pragas, como as plantas com ação inseticida, que podem ser usadas como pós, extratos aquosos e orgânicos, óleos emulsionáveis e essenciais. Neste sentido, avaliou-se a toxicidade, o crescimento populacional e a repelência de extratos aquosos de plantas sobre o ácaro verde da mandioca, Mononychellus tanajoa. Utilizaram-se extratos aquosos de Croton blanchetianus, Myracrodruon urundeuva e Ziziphus joazeiro, nos quais foram imersos discos de folhas de mandioca (3,5 cm de diâmetro). Os extratos em todas as concentrações (1, 5, 10, 15, 20 e 25%) proporcionaram um declínio populacional da praga. As concentrações de 20 e 25% dos extratos proporcionaram os maiores porcentuais de mortalidade. Todos os extratos nas concentrações de 15; 20 e 25% foram repelentes para fêmeas adultas de M. tanajoa.

Biografia do Autor

  • Felipe Fernando da Silva Siqueira, Universidade Federal Rural de Pernambuco
    Unidade Acadêmica de Serra Talhada (UFRPE/UAST)

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Publicado

02-12-2014

Edição

Seção

Agronomia