CULTIVO DE FEIJÃO E MILHO EM SUCESSÃO A PLANTAS DE COBERTURA

Autores

  • José Luiz Rodrigues Torres Instituto Federal do Triângulo Mineiro Campus Uberaba
  • Matheus de Andrade Cunha Instituto Federal do Triângulo Mineiro Campus Uberaba
  • Marcos Gervasio Pereira Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), Depº de Solos, BR 465 km 7, Seropédica (RJ). CEP: 23890-000.
  • Dinamar Marcia da Silva Vieira Instituto Federal do Triângulo Mineiro Campus Uberaba

Palavras-chave:

Fitomassa. Semeadura direta. Decomposição. Produtividade.

Resumo

O cultivo de plantas de coberturas antecedendo ao plantio de milho e feijão pode influenciar a produtividade destas culturas. Neste estudo objetivou-se avaliar a produção de fitomassa e a decomposição dos resíduos culturais das plantas de cobertura e o rendimento de grãos de milho e feijão cultivados sobre estas plantas de coberturas em solos. O experimento foi conduzido em condições de campo no município de Uberaba na safra agrícola de 2011/12. Utilizou-se o delineamento de blocos ao acaso no esquema de parcelas subdivididas. Nas parcelas estavam às sete plantas de cobertura: Crotalária (Crotalaria spectabilis), feijão-de-porco (Canavalia ensiformis DC.), milhetos ADR300, ADR500 e ENA2 (Pennisetum glaucum L.), Sorgo (Sorghum bicolor L.) e braquiária (Urochloa brizantha cv Marandú) e nas subparcelas as culturas anuais em sucessão (milho e feijão). Os milhetos ADR300, ADR500 e ENA2 entre as Poáceas e feijão-de-porco entre as Fabáceas apresentaram maior produção de fitomassa seca (9,8, 8,9, 8,6 e 3,8 t ha-1), respectivamente; após 150 dias a decomposição dos resíduos vegetais da crotalária juncea, feijão-de-porco, sorgo, braquiária, milheto ADR500, milheto ENA2 e milheto ADR300 foram na ordem de 67,9, 71,7, 53,8, 61,7, 49,9, 45,5 e 46,7%, respectivamente; a produtividade do milho foi maior quando a cultura foi cultivada sobre os resíduos de milheto ENA2 (7,2 t ha-1) e feijão-de-porco (6,8 t ha-1), enquanto no feijão foi maior quando cultivado sobre milheto ADR300 (1,3 t ha-1) e crotalária (1,2 t ha-1).

Biografia do Autor

  • José Luiz Rodrigues Torres, Instituto Federal do Triângulo Mineiro Campus Uberaba
    Instituto Federal do Triângulo Mineiro (IFTM) Campus Uberaba -MG, Pós-doutorando no Curso de Pós-Graduação em Agronomia - Ciência do Solo (CPGA-CS) da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), Depº de Solos, BR 465 km 7, Seropédica (RJ). CEP: 23890-000. E-mail: jlrtorres@iftm.edu.br
  • Matheus de Andrade Cunha, Instituto Federal do Triângulo Mineiro Campus Uberaba
    Graduando em Engenharia Agronômica pelo IFTM Campus Uberaba, bolsista de Iniciação Científica FAPEMIG e PIBIC/CNPq, e-mail: matheusandradecunha@hotmail.com
  • Marcos Gervasio Pereira, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), Depº de Solos, BR 465 km 7, Seropédica (RJ). CEP: 23890-000.
    Professor Doutor em Ciência do Solo do Departamento de Solos da UFRRJ, Bolsista de Produtividade em Pesquisa 1D do CNPq. E-mail: gervasio@ufrrj.br
  • Dinamar Marcia da Silva Vieira, Instituto Federal do Triângulo Mineiro Campus Uberaba
    Graduanda em Tecnologia em Gestão Ambiental pelo IFTM campus Uberaba-MG, bolsista de Iniciação Científica do PIBIC/CNPq, e-mail: marcinha_0202@hotmail.com

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Publicado

02-12-2014

Edição

Seção

Agronomia