AGREGAÇÃO, GLOMALINA E CARBONO ORGÂNICO NA CHAPADA DO ARARIPE, CEARÁ, BRASIL

Autores

  • Camila Pinheiro Nobre UFRRJ
  • Marcela Lopes Lázaro UFRRJ
  • Mário Marcos Espirito Santo UniMontes
  • Marcos Gervasio Pereira UFRRJ
  • Ricardo Luis Louro Berbara UFRRJ

Palavras-chave:

Agregação do solo. Indicadores de qualidade do solo. BRSP. Caatinga.

Resumo

Vários fatores estão envolvidos na formação dos agregados do solo, sendo estes de origem química, física e biológica. A glomalina, proteína produzida por fungos micorrízicos arbusculares (FMA), é uma das substâncias associadas com a agregação do solo. O objetivo desse estudo foi quantificar os teores de carbono orgânico do solo e glomalina em diferentes fitofisionomias no bioma Caatinga, na Chapada do Araripe (CE), e verificar sua relação com a estabilidade dos agregados e com a sazonalidade. Foram realizadas coletas de amostras de solo em épocas seca e chuvosa em três fitofisionomias (Brejo de altitude, Carrasco e Cerradão) na Floresta Nacional do Araripe para a determinação da estabilidade dos agregados, teores de carbono total, carbono particulado e glomalina. Foi verificado efeito da sazonalidade nos teores de glomalina facilmente extraível, sugerindo-se que esta fração da proteína é mais sensível às variações das estações do ano. As maiores correlações foram observadas entre os teores de carbono e as frações de glomalina, indicando que a proteína produzida pelos FMA tem relação direta com o carbono do solo, além de ser componente importante na agregação dos solos da Chapada do Araripe.

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Publicado

13-04-2015

Edição

Seção

Agronomia