PRODUÇÃO E QUALIDADE FORRAGEIRA DA ERVA SAL IRRIGADA COM REJEITO DA DESSALINIZAÇÃO POR OSMOSE REVERSA

Autores

  • Edymara Sinthia Rocha de Moura Universidade do Estado do Rio Grande do Norte, Mossoró, RN
  • Christiano Rebouças Cosme Department of Environmental Sciences and Technological, Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Mossoró, RN
  • Nildo da Silva Dias Department of Environmental Sciences and Technological, Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Mossoró, RN
  • Jeane Cruz Portela Department of Environmental Sciences and Technological, Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Mossoró, RN
  • Ana Claudia Medeiros Souza Department of Environmental Sciences and Technological, Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Mossoró, RN

DOI:

https://doi.org/10.1590/1983-21252016v29n101rc

Palavras-chave:

Atriplex nummularia. Reuso de água. Salinidade.

Resumo

As comunidades rurais situadas no Nordeste brasileiro, em especial na região semiárida, convivem com a escassez de água resultante da irregularidade das chuvas nesta região. O presente trabalho propôs cultivar a erva sal (Atriplex nummularia) no Projeto de assentamento Rural Boa Fé, Mossoró/RN como alternativa à deposição do rejeito salino para a produção de forragem. O delineamento estatístico foi parcelas subdivididas, sendo quatro tratamentos nas parcelas, referentes a irrigação com rejeito salino em diferentes níveis de umidade do solo tendo como base a umidade na Capacidade de Campo (CC) (100, 85, 70 e 50% da CC) e nas subparcelas, dois níveis de adubação orgânica (não adubado e adubado), com quatro repetições. Foram analisadas variáveis de produção e qualidade da forragem da erva sal. Observou-se que, a erva sal possui boa capacidade de produção de matéria fresca e seca sob um nível de 85% de umidade do solo em relação à sua capacidade de campo, apresentando mínimas perdas de rendimento, porém, mostrou-se produtiva mesmo com o solo mais seco. A produtividade total foi satisfatória mostrando sua viabilidade para a produção de forragem.

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Publicado

10-03-2016

Edição

Seção

Agronomia