VARIABILIDADE GENOTÍPICA DE AMENDOIM EM RESPOSTA A ESTRESSE HÍDRICO BASEADA EM DESCRITORES BIOQUÍMICOS

Autores

  • Gerckson Maciel Rodrigues Alves Department of Agricultural Science, Universidade Estadual da Paraiba, Campina Grande, PB
  • Jacqueline Wanessa de Lima Pereira Department of Agriculture, Universidade Federal Rural de Pernambuco, Recife, PE
  • Lucas Nunes da Luz Rural Development Institute, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, Redenção, CE
  • Liziane Maria de Lima Biotechnology Laboratory, Embrapa Algodão, Campina Grande, PB
  • Roseane Cavalcanti dos Santos Biotechnology Laboratory, Embrapa Algodão, Campina Grande, PB

DOI:

https://doi.org/10.1590/1983-21252016v29n302rc

Palavras-chave:

Arachis hypogaea L. Enzimas antioxidativas. Solutos orgânicos. Tolerância à seca.

Resumo

Sete descritores bioquímicos foram utilizados para estimar a variabilidade genotípica de linhagens de amendoim submetidas a estresse hídrico moderado. Seis genótipos, sendo quatro linhagens e duas cultivares, foram cultivados em vasos, cada um contendo duas plantas e mantidas em casa de vegetação. Aos 15 dias após a emergência, procedeu-se a diferenciação dos tratamentos: Controle, as plantas mantidas com rega diariamente; Estresse, as plantas submetidas à suspensão total de rega durante 15 dias. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado, com esquema fatorial 6 x 2 (genótipos x tratamentos hídricos), com cinco repetições. As variáveis bioquímicas avaliadas foram: catalase (CAT), ascorbato peroxidase (APX), guaiacol peroxidase (GPX), prolina livre, carboidratos totais, proteínas solúveis e aminoácidos. Baseado nos resultados das análises bioquímicas e de estimativa da variabilidade genotípica, a prolina demonstrou ser o descritor mais adequado para seleção de genótipos tolerantes ao estresse hídrico, contribuindo para indicar as linhagens L81V e L108V como mais promissoras, para um programa de melhoramento visando tolerância à seca.

Biografia do Autor

  • Gerckson Maciel Rodrigues Alves, Department of Agricultural Science, Universidade Estadual da Paraiba, Campina Grande, PB
    Pós-graduação em Ciências Agrárias
  • Jacqueline Wanessa de Lima Pereira, Department of Agriculture, Universidade Federal Rural de Pernambuco, Recife, PE
    Departamento de Pós-graduação em Biotecnologia, Rede Nordeste de Biotecnologia (Renorbio), Universidade Federal Rural de Pernambuco, Recife, PE
  • Lucas Nunes da Luz, Rural Development Institute, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, Redenção, CE
    Departamento de Agronomia, Universidade Federal do Cariri, Crato, CE
  • Liziane Maria de Lima, Biotechnology Laboratory, Embrapa Algodão, Campina Grande, PB
    Laboratório de Biotecnologia, Embrapa Algodão, Campina Grande, PB
  • Roseane Cavalcanti dos Santos, Biotechnology Laboratory, Embrapa Algodão, Campina Grande, PB
    Setor de Biotecnologia e Melhoramento de plantas oleaginosas e fibrosas

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Publicado

20-07-2016

Edição

Seção

Agronomia