CRESCIMENTO E TEOR DE MICRONUTRIENTES EM PLANTAS DE MILHO SOB DOSES DE NÍQUEL E CALAGEM

Autores

  • Gilmar Nunes Torres Universidade Federal de Mato Grosso, Cuiabá, MT
  • Sânia Lúcia Camargos Universidade Federal de Mato Grosso, Cuiabá, MT
  • Oscarlina Lucia dos Santos Weber Universidade Federal de Mato Grosso, Cuiabá, MT
  • Kelly Dayana Benedet Maas Department of Environmental Engineering, University Center of Várzea Grande, Cuiabá, MT
  • Walcylene Lacerda Matos Pereira Scaramuzza Universidade Federal de Mato Grosso, Cuiabá, MT

DOI:

https://doi.org/10.1590/1983-21252016v29n403rc

Palavras-chave:

Micronutrientes. Toxicidade. Antagonismo. Sinergismo.

Resumo

O experimento foi realizado em casa de vegetação na Universidade Federal de Mato Grosso, em Cuiabá/MT no período de março a maio de 2012 com o objetivo de avaliar o crescimento de plantas de milho e o teor de micronutrientes em doses de níquel com e sem calagem. O delineamento foi o de blocos casualizados, em um arranjo fatorial 2 x 5 com quatro repetições, totalizando 40 parcelas, sendo: com e sem calagem e cinco doses de níquel, em um Latossolo Vermelho Amarelo de textura argilosa. A calagem e a aplicação de níquel interferiram no crescimento das plantas de milho. Foi registrada a redução do desenvolvimento das plantas com o aumento das doses de níquel sem a calagem. Tanto a calagem quanto a aplicação de doses de níquel alteraram os teores de micronutrientes nas plantas de milho, independente da parte da planta avaliada. O níquel exerceu ação antagônica com manganês e zinco e sinérgica com o cobre e ferro.

Biografia do Autor

  • Gilmar Nunes Torres, Universidade Federal de Mato Grosso, Cuiabá, MT
    Engenheiro Agrônomo - Universidade do Estado de Mato Grosso; Doutorando em Agricultura Tropical pela Universidade Federal do Mato Grosso.
  • Sânia Lúcia Camargos, Universidade Federal de Mato Grosso, Cuiabá, MT
    Professora Associada II da Universidade Federal de Mato Grosso, Faculdade de Agronomia, Medicina Veterinária e Zootecnia/FAMEVZ - Universidade Federal de Mato Grosso/UFMT; Av. Fernando Corrêa da Costa, Bairro Boa Esperança. Cuiabá - MT - 78060-900.
  • Oscarlina Lucia dos Santos Weber, Universidade Federal de Mato Grosso, Cuiabá, MT
    Professora Adjunto do Departamento de Solos e Engenharia Rural - Faculdade de Agronomia, Medicina Veterinária e Zootecnia/FAMEVZ - Universidade Federal de Mato Grosso/UFMT; Av. Fernando Corrêa da Costa, Bairro Boa Esperança. Cuiabá - MT - 78060-900.
  • Kelly Dayana Benedet Maas, Department of Environmental Engineering, University Center of Várzea Grande, Cuiabá, MT
    Doutoranda do Programa de Pós-graduação em Agricultura Tropical - UFMT e professora do curso de Engenharia ambiental do Centro Universitário de Várzea Grande.
  • Walcylene Lacerda Matos Pereira Scaramuzza, Universidade Federal de Mato Grosso, Cuiabá, MT
    Professora Adjunto do Departamento de Solos e Engenharia Rural - Faculdade de Agronomia, Medicina Veterinária e Zootecnia/FAMEVZ - Universidade Federal de Mato Grosso/UFMT; Av. Fernando Corrêa da Costa, Bairro Boa Esperança. Cuiabá - MT - 78060-900.

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Publicado

13-09-2016

Edição

Seção

Agronomia