DESENVOLVIMENTO INICIAL DA MAMONEIRA EM CONDIÇÕES SALINAS (VARIEDADES BRS ENERGIA, MPA 34 e MPB 01)

Autores

  • Rafael Antônio Presotto Department of Soil, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica, RJ
  • Guilherme Zolli Alves Department of Soil, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica, RJ
  • Elisamara Caldeira do Nascimento Department of Soil, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica, RJ
  • Glaucio da Cruz Genuncio Department of Soil, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica, RJ
  • Everaldo Zonta Department of Soil, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica, RJ

DOI:

https://doi.org/10.1590/1983-21252016v29n404rc

Palavras-chave:

Ricinus communis. Sensibilidade ao sódio. Ajustamento osmótico.

Resumo

Pesquisas demonstram produções satisfatórias de espécies quando cultivadas em altos níveis de salinidade, enquanto outras reduzem a sua produção por apresentarem sensibilidade ao sódio, mesmo em baixas concentrações. A mamoneira é moderadamente sensível à salinidade e, neste sentido, este trabalho teve por objetivo avaliar o crescimento inicial de três cultivares de mamoneira (BRS Energia, MPA34 e MPB 01), cultivadas em solução nutritiva, com concentrações crescentes de sódio (controle; 25; 50; 75 e 100 mmol L-1). O delineamento experimental foi inteiramente casualizado, em fatorial 5x3 e parcela subdividida, com três repetições. A salinidade reduziu a matéria seca de todas as variedades de mamoneira cultivadas por 31 dias em sistema hidropônico. Entretanto, observou-se que o sistema radicular foi menos afetado quanto ao acúmulo de matéria seca, quando comparado ao acúmulo da parte aérea. Ainda assim, a matéria seca da parte aérea reduziu gradativamente a partir do aumento da salinidade. A variedade MPA 34 apresentou maior crescimento inicial, quando comparada as demais variedades. A salinidade afetou o desenvolvimento inicial das variedades de mamoneira, sendo a parte aérea mais afetada que o sistema radicular. O cultivo da variedade MPA 34 demonstrou-se promissor sob condições de moderados níveis de salinidade.

Biografia do Autor

  • Rafael Antônio Presotto, Department of Soil, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica, RJ
    Eng. Agrônomo, Mestre em Agronomia. Departamento de Solos, Instituto de Agronomia.
  • Guilherme Zolli Alves, Department of Soil, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica, RJ
    Engenheiro Agrônomo Departamento de Solos, Instituto de Agronomia.
  • Elisamara Caldeira do Nascimento, Department of Soil, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica, RJ
    Engenheiro Agrônomo Mestre em Fitotecnia Departamento de Solos, Instituto de Agronomia.
  • Glaucio da Cruz Genuncio, Department of Soil, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica, RJ
    Engenheiro Agrônomo Dr. em Agronomia Departamento de Solos, Instituto de Agronomia.
  • Everaldo Zonta, Department of Soil, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica, RJ
    Engenheiro Agrônomo Dr. em Agronomia Professor de Fertilidade do Solo, do departamento de Solos, Instituto de Agronomia.

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Publicado

13-09-2016

Edição

Seção

Agronomia