CRESCIMENTO DE Mimosa caesalpiniifolia Benth., SOB SOMBREAMENTO NO SEMIÁRIDO NORDESTINO

Autores

  • José Rivanildo de Souza Pinto Department of Plant Sciences, Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Mossoró, RN.
  • Jeferson Luiz Dallabona Dombroski Department of Plant Sciences, Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Mossoró, RN.
  • José Hermogenes dos Santos Junior Department of Plant Sciences, Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Mossoró, RN.
  • Gabriela Oliveira de Souza Department of Plant Sciences, Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Mossoró, RN.
  • Rômulo Magno Oliveira de Freitas Campus Valença, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Baiano, Valença, BA.

DOI:

https://doi.org/10.1590/1983-21252016v29n215rc

Palavras-chave:

Caatinga. Produção de mudas. Tela sombrite.

Resumo

A técnica de produção de mudas para revegetação visa propiciar o melhor crescimento em um tempo mínimo, de forma a permitir bons níveis de sobrevivência e crescimento após o transplantio para o ambiente definitivo. Dentre as condições de cultivo, há o interesse em se obter os níveis de sombreamento que propiciem o melhor crescimento. Este trabalho teve por objetivo analisar o crescimento de plantas jovens de Mimosa caesalpiniifolia Benth. (sabiá) submetidas a sombreamento, no semiárido nordestino. Foram testados quatro tipos de tela de sombreamento (0, 30, 50 e 70%). Foi avaliado o comprimento da parte aérea, o diâmetro do coleto, a massa seca do caule, das folhas, da planta, e a área foliar. Foi calculada a razão de área foliar, a área foliar específica, a taxa de crescimento absoluto, a taxa de crescimento relativo e a taxa assimilatória líquida. Os níveis de sombreamento afetaram o crescimento M. caesalpinifolia, com os melhores indicadores de crescimento observados nas mudas mantidas em ambiente sob sombrite 50%, o que proporcionou aumento em altura, área foliar e massa seca das plantas, quando comparado ao tratamento a pleno sol.

Biografia do Autor

  • José Rivanildo de Souza Pinto, Department of Plant Sciences, Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Mossoró, RN.
    Engenheiro Agrônomo formado pela Universidade Federal Rural do Semi-Árido - UFERSA, 2011. Mestre em FITOTECNIA pelo programa de Pós-Graduação em Fitotecnia da UFERSA, 2014. Doutorando em FITOTECNIA pelo programa de Pós-Graduação em Fitotecnia da UFERSA. Bolsista CAPES. Atuando nas áreas de análise de crescimento e respostas fisiológicas de plantas da caatinga ao sombreamento, ao estresse hídrico e salino e a propagação de plantas nativas.
  • Jeferson Luiz Dallabona Dombroski, Department of Plant Sciences, Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Mossoró, RN.
    Professor do Departamento de Ciências Vegetais
  • José Hermogenes dos Santos Junior, Department of Plant Sciences, Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Mossoró, RN.
    Graduando em Agronomia (UFERSA)
  • Gabriela Oliveira de Souza, Department of Plant Sciences, Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Mossoró, RN.
    Graduanda em Engenharia Florestal (UFERSA)
  • Rômulo Magno Oliveira de Freitas, Campus Valença, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Baiano, Valença, BA.
    Engenheiro Agrônomo, Mestre e Doutorando em Fitotecnia (UFERSA)

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Publicado

03-05-2016

Edição

Seção

Ciências Florestais