APLICAÇÃO DE VERMICOMPOSTO ELEVA OS RENDIMENTOS DE ESPIGAS VERDES E DE GRÃOS DE MILHO NO SEMIÁRIDO

Autores

  • Paulo Sérgio Lima e Silva Department of Plant Science, Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Mossoró, RN
  • Paulo Igor Barbosa e Silva Department of Plant Science, Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Mossoró, RN
  • Vianney Reinaldo de Oliveira Department of Plant Science, Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Mossoró, RN
  • Fábio Henrique Tavares de Oliveira Department of Environmental and Technological Sciences, Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Mossoró, RN
  • Lucas Ramos da Costa Department of Plant Science, Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Mossoró, RN

DOI:

https://doi.org/10.1590/1983-21252017v30n302rc

Palavras-chave:

Húmus. Minhoca. Zea mays. Eisenia fetida. Cultivares.

Resumo

A exploração intensiva do milho reduz rapidamente os já considerados baixos teores de matéria orgânica dos solos do semiárido brasileiro. A aplicação de vermicompostos, considerados excelentes adubos orgânicos, poderia contribuir para a solução desse problema. O objetivo do presente trabalho foi avaliar os efeitos da aplicação, nos sulcos de semeadura, de doses (0, 2, 4, 6, 8 e 10 Mg ha-1) de vermicomposto de Eisenia fetida, obtido a partir de esterco bovino, sobre os rendimentos de espigas verdes e de grãos de cultivares de milho (AG 1051 e BR 106). Utilizou-se o delineamento de blocos ao acaso com cinco repetições e parcelas subdivididas (vermicomposto nas parcelas). A aplicação de doses de vermicomposto não influenciou o número de espigas maduras, número de grãos espiga-1 (na cultivar BR 106) e massa de 100 grãos (na cultivar AG 1051). Mas a aplicação do vermicomposto aumentou os números e as massas de espigas verdes, totais e comercializáveis, empalhadas e despalhadas, e o rendimento de grãos. A cultivar BR 106 foi superior à cultivar AG 1051 quanto ao número total de espigas verdes. O inverso ocorreu nas massas total e de espigas verdes comercializáveis, empalhadas e despalhadas, e no rendimento de grãos. Mas nessas duas últimas características a superioridade da cultivar AG 1051, dependeu da dose do adubo.

Biografia do Autor

  • Paulo Sérgio Lima e Silva, Department of Plant Science, Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Mossoró, RN
    Departamento de Ciências Vegetais (DCV)
  • Paulo Igor Barbosa e Silva, Department of Plant Science, Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Mossoró, RN
    DCV
  • Vianney Reinaldo de Oliveira, Department of Plant Science, Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Mossoró, RN
    DCV
  • Fábio Henrique Tavares de Oliveira, Department of Environmental and Technological Sciences, Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Mossoró, RN
    DCAN
  • Lucas Ramos da Costa, Department of Plant Science, Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Mossoró, RN
    DCAN

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Publicado

21-03-2017

Edição

Seção

Agronomia