CARACTERIZAÇÃO MORFOAGRONÔMICA DE CAPIM BUFFEL DO BANCO ATIVO DE GERMOPLASMA DE Cenchrus

Autores

  • Leila Regina Gomes Passos Bruno Postgraduate Program in Plant Genetic Resources, Universidade Estadual de Feira de Santana, Feira de Santana, BA
  • Rafaela Priscila Antonio Embrapa Semiárido, Petrolina, PE
  • José Geraldo de Aquino Assis Department of Biology, Universidade Federal da Bahia, Salvador, BA
  • José Nilton Moreira Embrapa Semiárido, Petrolina, PE
  • Irlane Cristine de Souza Andrade Lira Postgraduate Program in Agronomy, Universidade Federal Rural de Pernambuco, Recife, PE

DOI:

https://doi.org/10.1590/1983-21252017v30n224rc

Palavras-chave:

Cenchrus ciliaris. Recursos genéticos. Diversidade genética. Gramíneas forrageiras. Interação genótipos x ambientes.

Resumo

O estudo objetivou caracterizar morfoagronomicamente acessos de capim buffel do Banco de Germoplasma de Cenchrus (BGC) da Embrapa Semiárido, verificando a variabilidade e eficiência dos descritores nos acessos em dois cortes consecutivos. Foram utilizados 25 acessos e cinco cultivares de capim buffel em delineamento em blocos casualizados completos com três repetições. As avaliações foram realizadas após dois cortes consecutivos, cada avaliação foi realizada 90 dias após cada corte. A caracterização foi realizada com base em 15 descritores morfoagronômicos quantitativos e qualitativos. Os descritores quantitativos foram submetidos a análise de variância univariada individual e conjunta e, em seguida, aplicado o teste de Scott-Knott a 5% de significância. Os descritores qualitativos foram submetidos a análise descritiva. Para as análises de divergência tanto descritores quantitativos quanto qualitativos foram agrupados com base no algoritmo de Gower. Foi estabelecido também um dendrograma e calculada a importância relativa dos caracteres para a divergência. Na análise conjunta, os efeitos de genótipo e corte foram significativos para quase todas os descritores. Esse resultado indica variabilidade genética entre os genótipos e quanto ao corte indica, principalmente, diferenças na velocidade de crescimento de cada genótipo em cada época de corte. Os genótipos foram separados em três grupos demonstrando boa variabilidade entre os genótipos. O número de perfilhos por touceira, seguida por quantidade de inflorescência e cor das sementes foram os caracteres de maior relevância na separação dos genótipos.

Biografia do Autor

  • Leila Regina Gomes Passos Bruno, Postgraduate Program in Plant Genetic Resources, Universidade Estadual de Feira de Santana, Feira de Santana, BA
    Programa de Pós-graduação em Recursos Genéticos Vegetais/ Ciências Agrárias.
  • José Geraldo de Aquino Assis, Department of Biology, Universidade Federal da Bahia, Salvador, BA
    Professor associado da Universidade Federal da Bahia. Genética e evolução de plantas/ Recursos Genéticos Vegetais
  • José Nilton Moreira, Embrapa Semiárido, Petrolina, PE
    Pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. experiência na área de Zootecnia, com ênfase em Avaliação, Produção e Conservação de Forragens, atuando principalmente nos seguintes temas: semiárido, ovinos, bovinocultura leiteria, caprino, capim buffel e melancia forrageira.
  • Irlane Cristine de Souza Andrade Lira, Postgraduate Program in Agronomy, Universidade Federal Rural de Pernambuco, Recife, PE
    Programa de Pós-graduação em Recursos Genéticos Vegetais/ Ciências Agrárias.

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Publicado

24-01-2017

Edição

Seção

Zootecnia