APTIDÃO AGROCLIMÁTICA E NECESSIDADE HÍDRICA PARA O CULTIVO DO CAPIM TANZÂNIA NO ESTADO DO CEARÁ

Autores

  • Nailson Lima Santos Lemos Department of Animal Science, Universidade Federal de Sergipe, Nossa Senhora da Glória, SE
  • Ana Clara Rodrigues Cavalcante Center of Forage and Grassland, EMBRAPA Caprinos e Ovinos, Sobral, CE
  • Thieres George Freire da Silva Academic Unit of Serra Talhada, Universidade Federal Rural de Pernambuco, Serra Talhada, PE
  • José Ricardo Macedo Pezzopane Center of Research and Development, EMBRAPA Pecuária Sudeste, São Carlos, SP
  • Patrícia Menezes Santos Center of Research and Development, EMBRAPA Pecuária Sudeste, São Carlos, SP
  • Magno José Duarte Cândido Department of Animal Science, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, CE

DOI:

https://doi.org/10.1590/1983-21252017v30n424rc

Palavras-chave:

Taxa de acúmulo de matéria seca. Modelo matemático. Panicum maximum. Capacidade de armazenamento de água.

Resumo

O objetivo desse trabalho foi delimitar áreas aptas e o requerimento hídrico de irrigação para cultivo do capim Tanzânia no estado do Ceará. A produtividade do capim Tanzânia foi obtida a partir de um modelo matemático que assume os valores da evapotranspiração real, resultante do balanço hídrico climatológico da cultura. A necessidade hídrica para reposição de água ao longo do ano para solos com capacidade de água disponível de 20 (solos rasos), 40 (solos arenosos), 60 (solos de textura média) e 100 mm (solos argilosos). A partir da TAMS obteve-se a frequência relativa de ocorrência de produtividade mensal em diferentes municípios Cearense. Os valores de produtividade do capim Tanzânia no estado do Ceará predominaram entre 20.000 e 30.000 kg MS ha-1 ano-1. Durante os meses chuvosos o potencial produtivo varia em função da mesorregião econômica, as quais apresentam condições climáticas distintas. Portanto, o estado do Ceará possui aptidão para produção do capim Tanzânia, sob regime de sequeiro, durante apenas quatro meses, predominantemente, de fevereiro a maio, sendo que as condições climáticas não favorecem o desenvolvimento do capim nos demais meses.

Biografia do Autor

  • Nailson Lima Santos Lemos, Department of Animal Science, Universidade Federal de Sergipe, Nossa Senhora da Glória, SE
    Departamento de zootecnia Área: forragicultura e produção de ruminantes
  • Ana Clara Rodrigues Cavalcante, Center of Forage and Grassland, EMBRAPA Caprinos e Ovinos, Sobral, CE
    Área: avaliação e manejo de forrageiras nativas e cultivadas
  • Thieres George Freire da Silva, Academic Unit of Serra Talhada, Universidade Federal Rural de Pernambuco, Serra Talhada, PE
    Departamento de agronomia Área: modelagem aplicada a sistemas agropecuários
  • José Ricardo Macedo Pezzopane, Center of Research and Development, EMBRAPA Pecuária Sudeste, São Carlos, SP
    Área: agrometeorologia
  • Patrícia Menezes Santos, Center of Research and Development, EMBRAPA Pecuária Sudeste, São Carlos, SP
    Área: fisiologia e manejo de plantas forrageiras
  • Magno José Duarte Cândido, Department of Animal Science, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, CE
    Departamento de zootecnia Área: Manejo e Conservação de Pastagens

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Publicado

14-06-2017

Edição

Seção

Zootecnia