USO DO LICOR PIROLENHOSO NA PRODUÇÃO DE MUDAS IN VITRO E EX VITRO DE Oeceoclades maculata (Lindl). Lindl.

Autores

  • Carlos José da Silva Departament of Plant Science, Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Mossoró, RN
  • Isane Vera Karsburg Faculty of Biological and Agricultural Sciences, Universidade do Estado de Mato Grosso, Alta Floresta, MT
  • Poliana Coqueiro Dias Departament of Plant Science, Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Mossoró, RN
  • Tatiana Paula Marques de Arruda Faculty of Biological and Agricultural Sciences, Universidade do Estado de Mato Grosso, Alta Floresta, MT

DOI:

https://doi.org/10.1590/1983-21252017v30n415rc

Palavras-chave:

Orquídea. Propagação vegetativa. Ácido pirolenhoso.

Resumo

A fração pirolenhosa obtida com a carbonização da madeira pode ser utilizada para diversos fins. Sendo assim, este trabalho teve por objetivo testar o licor pirolenhoso extraído durante o processo de carbonização de resíduos florestais no desenvolvimento vegetativo da orquídea Oeceoclades maculata. As concentrações do licor pirolenhoso utilizadas nos tratamentos foram: T1 = 0 ml.L-1, T2 = 1 ml.L-1, T3 = 2 ml.L-1, T4 = 3 ml.L-1, T5 = 4 ml.L-1 e T6 = 5 ml.L-1, esses tratamentos foram testas com e sem carvão ativado no desenvolvimento in vitro e ex vitro da orquídea. As seguintes características dos protocórmos desenvolvidos in vitro foram avaliadas: com fungo, sem desenvolvimento, em desenvolvimento, presença de folhas e raízes. Para o desenvolvimento ex vitro foram avaliados: Tamanho das folhas, tamanho e número de raízes, altura total da planta, quantidade de gemas. Possíveis diferenças entre os tratamentos foram testada por meio de Análise de variância (ANOVA) e teste de Tukey a 5% de significância. O uso do licor pirolenhoso em dosagem pequenas mostrou-se significativo no desenvolvimento dos tecidos vegetativos e na formação radicular e foliar de Oeceoclades maculata, uma vez que apresenta todos os elementos minerais essenciais ao desenvolvimento estrutural da planta.

Biografia do Autor

  • Carlos José da Silva, Departament of Plant Science, Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Mossoró, RN
    Departamento de Ciências Vegetais Engenharia Florestal
  • Isane Vera Karsburg, Faculty of Biological and Agricultural Sciences, Universidade do Estado de Mato Grosso, Alta Floresta, MT
    Departamento de Biologia Melhoramento genético
  • Poliana Coqueiro Dias, Departament of Plant Science, Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Mossoró, RN
    Departamento de Ciências Vegetais Melhoramento Florestal
  • Tatiana Paula Marques de Arruda, Faculty of Biological and Agricultural Sciences, Universidade do Estado de Mato Grosso, Alta Floresta, MT
    Departamento de Engenharia Florestal Tecnologia da madeira

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Publicado

14-06-2017

Edição

Seção

Ciências Florestais