FUNGOS MICORRÍZICOS ARBUSCULARES E ENDOFÍTIOS “DARK SEPTATE” NO DESENVOLVIMENTO DA BIOMASSA DO CAPIM VETIVER
DOI:
https://doi.org/10.1590/1983-21252018v31n308rcPalavras-chave:
Poaceae. Chrysopogon zizanioides. Fungos filamentosos.Resumo
O capim vetiver é uma espécie da família poácea que apresenta rápido desenvolvimento, provavelmente decorrente da interação com a microbiota nativa, cuja influência ainda não foi estudada. O objetivo deste trabalho foi avaliar a colonização e o desenvolvimento do capim vetiver inoculado com fungos micorrízicos arbusculares e fungos endofíticos “dark septate”. O delineamento experimental utilizado foi inteiramente casualizado composto por seis tratamentos (controle sem fungo micorrízico; inoculante microbiano nativo; UFLA05 - Gigaspora albida, UFLA351 – Rhizoglomus clarum, UFLA372 – Claroideoglomus etunicatum e UFLA401 – Acaulospora morrowiae), com três repetições. Os perfilhos de capim vetiver, assim como o inóculo microbiano nativo foram obtidos na área experimental do Baixo São Francisco, localizado no Estado de Sergipe, Nordeste do Brasil. O efeito da inoculação dos isolados UFLAs pode ter sido influenciado pela presença da micorriza nativa e pelos fungos endofíticos “dark septate”. Houve uma interação negativa entre todos isolados UFLAs testados e a microbiota nativa (micorriza e endofítico), nos tratamentos, principalmente quando se considera a altura da planta e o volume de raízes. O capim vetiver foi responsivo ao inoculante microbiano nativo. A colonização micorrízica do capim vetiver foi vesicular, mas a formação dos arbúsculos pode ser influenciada pela interação fungo, planta e ambiente.Downloads
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