ENSAIOS ENZIMÁTICOS DA POLIFENOLOXIDASE E PEROXIDASE EM CULTIVARES DE BATATA DOCE COLHIDAS EM DIFERENTES ÉPOCAS
DOI:
https://doi.org/10.1590/1983-21252019v32n226rcPalavras-chave:
Ipomoea batatas L. (Lam.). Padronização. Processamento mínimo.Resumo
Ensaios enzimáticos são baseados em metodologias descritas na literatura. Entretanto, a cinética enzimática deve ser ajustada para resultados mais confiáveis. Objetivou-se ajustar os ensaios testando diferentes volumes de extrato de polifenoloxidase (PPO) e peroxidase (POD) e tempos de reação em cultivares de batata-doce colhidas em diferentes épocas. As cultivares Paraná, Mãe de Família e ESAM1 foram colhidas aos 120, 150 e 180 dias e minimamente processadas. Amostra de 0,25 g foi usada para determinar as atividades de PPO e POD imediatamente após o processamento mínimo em cada colheita. A extração foi realizada em 1500 μL de tampão fosfato (0,2 M, pH 6,0). O ensaio para PPO foi realizado pela adição de 10 a 50 μL de extrato, 1490 a 1450 μL de tampão fosfato (0,2 M, pH 6,0) e 1500 μL de catecol (0,2 M). O ensaio para a POD foi realizado adicionando 10–50 μL de extrato a um meio de reação contendo 1790 a 1750 μL de tampão fosfato (0,2 M, pH 6), 100 μl de guaiacol (5 g L-1) e 100 μL de peróxido de hidrogênio (0,8 g L-1). Em ambos os casos, os tempos de reação avaliados foram 1, 2 e 3 min. Nas três cultivares, as atividades da PPO e POD aumentaram com o volume de extrato e tempo de reação em todas as épocas de colheita. Alíquota de 10 μL de extrato por 2 minutos promoveu um incremento contínuo na atividade da PPO e POD em todas as cultivares e tempos de reação estudados.
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