BIODIVERSIDADE E DISTRIBUIÇÃO POPULACIONAL DE MOSCAS-DAS-FRUTAS (Diptera: Tephritidae) EM POMARES DOMÉSTICOS DO ESTADO DA PARAÍBA, BRASIL

Autores

DOI:

https://doi.org/10.1590/1983-21252021v34n125rc

Palavras-chave:

Dinâmica populacional. Índice faunístico. Similaridade.

Resumo

O trabalho teve por objetivo caracterizar, por meio de índices faunísticos, as populações das moscas-das-frutas no Brejo paraibano, e analisar se essas populações são similares entre si. A pesquisa foi desenvolvida em oito municípios situados na Mesorregião do Agreste Paraibano e Microrregião do Brejo paraibano, nos quais foram selecionadas duas propriedades rurais de cada município, georreferenciadas, identificadas segundo o critério de diversidade de espécies frutíferas. Cada município foi considerado como tendo uma população das moscas-das-frutas com características próprias, determinadas pelos índices faunísticos de frequência, constância, dominância, índices de diversidade de Shannon-Wiener e de Margalef, além de equitabilidade. Foram capturados 3.159 espécimes das moscas-das-frutas, dos quais 85,57% pertenciam ao gênero Anastrepha e 14,43% o gênero Ceratitis. Capturaram-se 11 espécies das moscas-das-frutas nas armadilhas. Anastrepha fraterculus (Wiedemann) foi a espécie mais frequente, dominante e constante, estando presente em todas as localidades; seguida das espécies Anastrepha obliqua (Macquart), Anastrepha sororcula (Zucchi) e Ceratitis capitata (Wiedemann). Os municípios estudados apresentam similaridade de 54%, o que indica alta semelhança entre as áreas. A maioria das espécies capturadas no presente estudo ocorre em baixa frequência populacional.

Biografia do Autor

  • Robério de Oliveira, Universidade Federal da Paraíba, Areia, PB

    Possui graduação em Licenciatura Plena em Ciências Biológicas pela Universidade Federal da Paraíba. Mestre em Agronomia. Atualmente é discente de Doutorado na UFPB. Tem experiência em Fitossanidade com ênfase em Entomologia, atuando principalmente na área de controle biológico

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Publicado

04-03-2021

Edição

Seção

Nota Técnica