COMO ACONTECE A INCLUSÃO DE ALUNOS COM NEE EM UMA SALA DE AULA DO ENSINO REGULAR NO MUNICÍPIO DE PATU/RN

  • Rannya Maygia de Melo Duarte
  • Jônatas Queiroga Guimarães
  • Alany Dantas da Silva
Palavras-chave: Educação Inclusiva. Ensino. Professor. Desafio

Resumo

Desde do início do século XXI os discursos sobre uma sociedade mais justa e igualitária trouxe à tona discussões em relação a diversidade humana e o direito de todos a educação. Tomando por base essa concepção, a educação inclusiva tem sido projetada como um novo modelo de ensino que se constitui pela importância à essa diversidade e que é legalmente imposta como prática presente nas nossas escolas. Nesse cenário, a inclusão de alunos com NEE (necessidades especiais e educacionais) nas instituições de rede regular de ensino, trouxe para as escolas o desafio de rever sua estrutura para atender a essa nova demanda que a cada dia torna-se mais abrangente e, além disso, trouxe para os profissionais da educação a necessidade de rever suas concepções e paradigmas, buscando aprimorar, saltar barreiras à procura de novos conhecimentos para conseguir receber essa demanda no sentido de acolher sem qualquer tipo de distinção entre os mesmos. Pensando nisto, este trabalho tem como objetivo relatar a análise de um estudo de caso que tem por finalidade conhecer como acontece a inclusão de uma aluna com deficiência mental em uma sala de aula do ensino regular de uma escola do município de Patu, interior do Estado do Rio Grande do Norte. A referida aluna é cadeirante, apresenta diagnóstico de tetraplegia, tem 14 anos de idade e é estudante do 3º ano das séries iniciais do ensino fundamental, a mesma está inserida em uma sala de aula contendo um número de 20 alunos. Para a compreensão de como ocorre esse processo inclusivo, tomou-se como base metodológica a observação da sala de aula onde a referida aluna está inserida e matriculada, entrevistas com os pais e a professora da mesma; subsidiando assim, mais informações para conhecer como ocorre a inclusão desta no âmbito escolar. Esse estudo sustenta-se a partir dos estudos de (AINSCOW,1995); e de formas mais amplas nos estudos de (COLL,2004); (ESPANHA,2004); (BRASIL,2005); entre outros.

Referências

AINSCOW, M. (1995). Education for all: Working it happen. Support for Learning, 10 (4), 157-155

BRASIL, Educar na diversidade: material de formação docente/ Cynthia Duk- Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial, 2005, pag.65

_______, Educar na diversidade: material de formação docente/ Cynthia Duk- Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial, 2005, pag.24

BARBOSA, Luana Vaz. Construindo uma escola inclusiva: o impacto do espaço escolar na promoção do acolhimento. Universidade de Brasília, Faculdade de Educação, Brasília – DF. Janeiro/2011.pag.16

EUGÊNIA, Maria, uma rede de paradigmas e soluções, revista da educação especial, nova escola, junho/julho 2014, pag.90

Ensaios pedagógicos- construindo escolas inclusivas: 1. ed. Brasília: MEC, SEESP, 2005. Maria Tereza Eglér Mantoa. Pag.90

________ -construindo escolas inclusivas: 1. ed. Brasília: MEC, SEESP, 2005. Maria Tereza Eglér Mantoa. Pag.79

INCLUSÃO, R. educ. esp. Brasília janeiro/ junho 2010, pag. 40.

_________, R. educ. esp. Brasília janeiro/ junho 2010, pag. 45.

LÜDKE, Menga; ANDRÉ, Marli E.D.A. Pesquisa em Educação: abordagens qualitativas. São Paulo: EPU, 1986.
Publicado
11-10-2017