Revista Eletrônica Kuab
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<p>Revista do Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Cognição, Tecnologias e Instituições (ISSN 2966-327X)</p>Editora Universitária da UFERSA (EdUFERSA)pt-BRRevista Eletrônica Kuab2966-327XALGUNS CAMINHOS DA ESCRITA ACADÊMICA
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<p>O Editorial da segunda edição da Revista Eletrônica Kuab busca fazer uma reflexão acerca da atividade de escrita desenvolvida por alunos e professores na graduação e pós-graduação. </p>Remerson Russel Martins
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2025-07-232025-07-23111510.21708/issn2966-327X.v1.n1.14308.2025PERCEPÇÃO DA SAÚDE MENTAL DE ESTUDANTES INGRESSANTES E FINALISTAS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM PSICOLOGIA
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<p>O objetivo da pesquisa foi avaliar a percepção que os estudantes universitários de Psicologia, ingressantes e finalistas, possuem com relação aos paradoxos da saúde mental que permeiam tanto a representação social do profissional da psicologia, quanto no processo de formação dos estudantes de psicologia, revelando, dessa forma, as disparidades e semelhanças entre os estudantes ingressantes e finalistas, bem como identificando a forma que esses estudantes se percebem enquanto sujeitos expostos ao ambiente acadêmico e como o processo da formação dos deles e a representação social da profissão impactam a saúde mental deles. O método utilizado foi de abordagem qualitativa, a partir de entrevistas semiestruturadas, que permitiram a construção de categorias para análise de dados. Os resultados permitiram interpretações e reflexões sobre as diferenças e similaridades de percepções das fontes de prazer e sofrimento que impactam a saúde mental no processo de formação, permitindo outras comparações entre estudantes ingressantes e finalistas, capazes de romper com imagens mais tradicionais, rasas e equivocadas da formação e atuação dos profissionais da área, avançando na ressignificação da representação social da formação e do trabalho dos psicólogos. Conclui-se que mais estudos e estratégias são necessários para acompanhar as singularidades e complexidade que envolvem a saúde mental de ingressantes e finalistas em psicologia e apontamos a criação de um Núcleo de Apoio Psicopedagógico ao Discente, de forma democrática, coletiva e transdisciplinar, como um caminho mais digno, estratégico e político para mediar as demandas materiais e simbólicas do curso de Psicologia. </p> <p> </p> <p>Palavras-chave: psicologia; saúde mental; estudantes universitários; psicossocial.</p>Alana Gabriele de Paula QuinteroDanielly Beatriz Moraes MarquezHerika Mascarenhas Gonçalves Ingryd Maria Mello Lima Ronaldo Gomes-Souza
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2025-07-222025-07-221163110.21708/issn2966-327X.v1.n1.13847.2025SER-TRAVA NO SER-TÃO TRANSGRESSORA
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<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Liberation Sans, sans-serif;">A travestilidade ao construir a si mesma e sua corpa, torna visível por meio de sua discursividade o retrato de sua história. Ser-Trava no Sertão e mais ainda transgressora é algo que desperta a investigação das diversas possibilidades desse existir e resistir. Assim, olhar e sentir as subjetividades dessas corpas em sua constituição pode nos nortear quanto às epistemologias dessas corpas e sua pedagogização. Partimos então, da problemática investigativa que direciona como objetivo geral do estudo em questão, explicitar como o ser-trava no sertão de Pernambuco se posiciona transgressoramente ante às lutas de reconhecimento e identificação de suas corporeidades. A metodologia que propomos se pauta na análise das narrativas, produções e discursos de travestis da cidade de Arcoverde/PE. A análise do relato de suas experiências indicam que as corpas travas do sertão articulam em suas ações as diferenças em relação à legitimidade da sua existência, performatizando novas epistemologias de suas corpas. </span></span></p>Luís Massilon da Silva FilhoMário de Faria Carvalho
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2025-07-232025-07-2311325710.21708/issn2966-327X.v1.n1.14310.2025QUESTÕES ÉTICAS NA PARTICIPAÇÃO DE MENORES EM INVESTIGAÇÃO EM CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS
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<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Liberation Sans, sans-serif;">A participação de crianças na pesquisa em ciências sociais e humanas apresenta desafios éticos específicos, pouco abordados na literatura, que geralmente foca em adultos. Para preencher essa lacuna, foi realizada uma análise de âmbito seguindo as diretrizes PRISMA-ScR. Após consulta às principais bases de dados, 166 artigos foram identificados, 30 selecionados para leitura integral e 20 incluídos na revisão. As principais preocupações éticas envolvem consentimento informado, relações de poder, participação ativa, confidencialidade, anonimato, privacidade, compensação e autoria do conhecimento. Os resultados desta análise podem auxiliar pesquisadores na conceção de estudos e na proteção dos participantes, além de orientar decisões de comitês de ética, contribuindo para a qualidade da pesquisa. Estudos futuros podem comparar as questões éticas identificadas com outros contextos de investigação com menores e ampliar o escopo da revisão.</span></span></p>Nádia Cristiana Pires AfonsoCarla Sofia Teixeira dos Santos GonçalvesRosilda Marilete ReichertMaria da Conceição Azevedo
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2025-07-232025-07-2311589010.21708/issn2966-327X.v1.n1.14311.2025NEM TUDO É VISIVEL
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<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Liberation Sans, sans-serif;">O artigo "Nem tudo é visível: Um olhar mais atento sobre a ressignificação da identidade negra" aborda as dinâmicas complexas da identidade negra no Brasil, destacando a persistência de estereótipos negativos e a discriminação sistêmica enfrentada pelas pessoas negras. O texto analisa como a história, particularmente ligada à escravização continua a influenciar as percepções sobre a negritude. O autor discute que as pessoas negras são frequentemente marginalizadas, não apenas por meio de formas visíveis de preconceito, mas também por mecanismos mais sutis e invisíveis. A representação na mídia, especialmente na televisão, no cinema e nas redes sociais, frequentemente reforça hierarquias raciais e não oferece representações positivas de indivíduos negros. O artigo propõe a "ressignificação" da identidade negra, um processo de revalorização e recuperação das contribuições culturais e históricas dos negros para a sociedade brasileira. Além disso, o texto critica o mito da democracia racial no Brasil, que apresenta o país como um exemplo de harmonia racial, onde as desigualdades, a discriminação, a exclusão, entre negros e brancos não existiriam. Essa narrativa esconde as profundas desigualdades sociais e econômicas e raciais que ainda existem. O artigo também trata do impacto negativo da mestiçagem sobre a identidade negra, considerando-a uma estratégia das elites para suprimir a afirmação de uma identidade negra distinta. Por fim, o artigo defende por meio de autores contemporâneos a necessidade de um reconhecimento mais profundo das questões sistêmicas que afetam os negros no Brasil e de mudanças nas representações sociais para combater o racismo ainda enraizado na sociedade.</span></span></p>José Francisco dos Passos Junior
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2025-07-232025-07-23119111310.21708/issn2966-327X.v1.n1.12983.2025(Auto)Emancipação e (Re)Produção Social
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<p><span style="font-weight: 400;">Tem-se como objetivo problematizar as categorias de emancipação e de reprodução social a partir das relações entre o trabalho e a educação das mulheres. Para tanto, estabeleceu-se três premissas: 1) a emancipação implica em auto emancipação; 2) a realidade é tanto objetiva quanto subjetiva; e, 3) </span><span style="font-weight: 400;">a experiência é o resultado da interação entre o ser social e a consciência social. </span><span style="font-weight: 400;">A abordagem teórico-epistemológica deste ensaio parte do marxismo crítico e da teoria da reprodução social, sendo que os princípios da contradição e da dialética mediatizam a problematização de condicionantes: as cisões entre trabalho produtivo e reprodutivo; trabalho produtivo e improdutivo; atividade remunerada e não remunerada; e, divisão social e sexual do trabalho. Entendeu-se que a (auto)emancipação </span><span style="font-weight: 400;">é a “feitura” da/na experiência compartilhada das mulheres, assim como a unidade entre a produção e reprodução da vida. Segue, portanto, o desafio histórico da superação do sistema-mundo vigente também pela unidade trabalho-educação.</span></p>Hosana Hoelz PloiaCheron Zanini Moretti
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2025-09-082025-09-081111412910.21708/issn2966-327X.v1.n1.14198.2025