Tecnologias de gênero no Direito brasileiro

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.21708/issn2526-9488.v9.n18.p197-217.2025

Resumen

A pesquisa tem tematiza as tecnologias de gênero. O objetivo é retomar os pressupostos teóricos estruturados por Teresa de Lauretis para analisar a sua incidência nos marcadores de gênero da pesquisa jurídica brasileira. Problematiza-se: quais as abordagens temáticas efetuadas pelas pesquisas brasileiras em Direito, que tenham por objeto as tecnologias de gênero? Por meio do método Estado do Conhecimento, realiza-se uma pesquisa quanti-qualitativa a partir das seguintes bases de dados: Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT), Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações (BDTD), Scientific Eletronic Library Online (SciELO) e Revistas Qualis A (Capes). Foram selecionados para a análise vinte e sete estudos. Os trabalhos específicos do campo do Direito apresentam abordagem temática nas tecnologias biomédicas e jurídicas de gênero, voltadas à parentalidade e à reprodução assistida, em comparação com os trabalhos de outras áreas, que focaram em tecnologias biomédicas, também nos processos midiáticos e culturais de socialização.

Biografía del autor/a

  • Leilane Serratine Grubba, Atitus Educação

    Doutora em Direito (UFSC/2015), com estágio de pós-doutoramento (UFSC/2017). Mestre em Direito (UFSC/2011). Mestre em Ciências Humanas na Universidade Federal Fronteira Sul (UFFS/2020). Professora Permanente do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Direito da ATITUS Educação (Mestrado em Direito). Professora da Escola de Direito (ATITUS Educação). Atuou como Professora Colaboradora do Mestrado em Psicologia da ATITUS Educação (PPGP / 2020-2023). Pesquisadora da Fundação IMED (Meridional). Pesquisadora Coordenadora do Projeto de Pesquisa e Extensão CineLaw - Cinema, Direitos Humanos e Sociedade: vias para o Empoderamento (CNPq), apoiado pelo Instituto Interamericano de Derechos Humanos (IIDH) e pelo Programa Youth for Human Rights (YHRB) (Encerrado). Coordenadora do Projeto de Pesquisa Biopolítica, Gênero e Direito (CNPq). Membro da Diretoria da Associação Brasileira de Ensino do Direito (ABEDi), cargo de Conselheira Fiscal, gestão 2021-atual. Membro da Comissão para a Mulher - OAB/Passo Fundo. Membro da Comissão da Diversidade Sexual e Gênero da OAB Passo Fundo - RS. Atualmente tem como tema central de pesquisa Epistemologia, Direitos Humanos e Gênero.

Publicado

2025-12-15

Cómo citar

Tecnologias de gênero no Direito brasileiro. Revista Jurídica da UFERSA, v. 9, n. 18, p. 197–217, 15 dic.2025.