Determinação de componentes produtivos de algodão colorido em resposta ao uso de pó de rocha.
Cicero Henrique Jacome Dantas
Pablo Henrique de Almeida Oliveira
Gisele Lopes dos Santos
Aurélio Paes Barros Júnior
Lindomar Maria da Silveira
Palavras-chave: Array, Array, Array
Resumo
O algodão é uma das fibras mais exportadas mundialmente, sendo o algodão naturalmente colorido umas das alternativas para a economia de pequenos e médios produtores. No entanto, esse cultivo ainda é realizado em pequena escala, carecendo de técnicas que possam potencializar a cadeia produtiva. Uma alternativa é o uso de remineralizadores, visando reduzir o custo com adubos minerais e aumentar a produtividade e qualidade na colheita. Assim, objetiva-se com esse trabalho avaliar os componentes produtivos do algodão colorido em função do uso de pó de rocha. O experimento foi conduzido na Fazenda Experimental Rafael Fernandes (UFERSA), Mossoró-RN. O delineamento experimental foi em blocos casualisados, em esquema fatorial 5x2, utilizando- se quatro repetições. Os tratamentos foram constituídos de cinco doses de pó de rocha (0; 2,5; 5; 7,5 e 10 t ha-1) e duas cultivares de algodão colorido (BRS Topázio e BRS Jade). A colheita foi realizada manualmente em três etapas, sendo a primeira quando os capulhos do terço inferior da planta abrir, aproximadamente aos 100 dias após a emergência (DAE), e as demais, a cada semana, de acordo com a abertura dos demais capulhos. Determinando-se desta forma, componentes produtivos como, o número de capulho por planta (NCP), o peso de 100 sementes (PS), a massa de um capulho (MUC) e a produtividade de algodão em caroço (PAC). Os dados obtidos foram submetidos à análise de variância e se observada significância será empregado o teste Tukey (p≤0,05) e regressão por meio do software Sisvar. Os componentes produtivos não foram influenciados pelo pó de rocha independente das doses. A massa de um capulho e o peso de 100 sementes foram superiores para cultivar BRS Topázio, respectivamente, para as doses 10 e 5 t ha-1.