POR UM ENSINO CRÍTICO DE HISTÓRIA: “REVOLUÇÃO” BRASILEIRA E A EDUCAÇÃO POPULAR

  • Ruan Ramon Torquato Dantas
  • Aristeu Antônio Oliveira de Carvalho
  • Luiz Gomes da Silva Filho
Palavras-chave: Ensino de História. Educação Popular. Ensino Crítico

Resumo

O Ensino de História não deve ser tratado como um amontoado de fatos e ocorrências políticas, econômicas, ou sociais, mas deve ser compreendida como uma ferramenta para analisar o contexto passado e suas implicações no presente, para melhor se movimentar em direção ao futuro. Assim, o interesse pela temática emerge a partir de reflexões sobre a leitura de duas referências principais: A “revolução” Brasileira e a Educação popular. O objetivo principal consiste em refletir sobre o ensino de história na formação dos alunos enquanto ferramenta para conscientização e inserção crítica na realidade atual. Metodologicamente, trabalhamos na perspectiva dos princípios da Educação Popular. O presente artigo insere-se nos interesses formativos do curso de Licenciatura em Educação do Campo (LEDOC), da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA). Os principais resultados obtidos apontam para a formação docente e da necessidade de inserir princípios da Educação Popular no Ensino de História.

Referências

BRADÃO, Carlos Rodrigues. A questão política da Educação Popular. 3. ed. São Paulo: Brasiliense, 1982.


COSTA, Alex Silva. A importância do ensino de história nas escolas e suas implicações na vida social. Revista anagrama: revista científica interdisciplinar da graduação. São Paulo, ano 5 – ed. 2, p. 1-7, dez – 2011, fev - 2012.


PRADO JUNIOR, Caio. A revolução brasileira. 7. ed. São Paulo: Brasiliense, 1977.
Ribeiro, Jonatas Roque. História e ensino de história: perspectivas e abordagens. Educação em foco. Campinas, nº: 07, p. 1-7, set, 2013.

SILVA, Marcos Antonio da; FONSECA, Selva Guimarães. Ensino de História hoje: errâncias, conquistas e perdas. Revista Brasileira de História. São Paulo, v. 31, nº 60 p.13-33, 2010.
Publicado
16-10-2017