PARÂMETROS FÍSICOS E QUÍMICOS DA CARNE DE CABRITOS RECEBENDO DIFERENTES DIETAS LÍQUIDAS ATÉ OS 60 DIAS

  • ANA PAULA PINHEIRO DE ASSIS UFERSA
  • Hélia Maria de Souza Leite Ufersa
  • Maria Vivianne Freitas Gomes de Miranda Ufersa
  • Kátia Tatiana de Lima Lopes Ufersa
  • Maria Izabel Batista Pereira Ufersa
  • Andrezza Kyarelle Bezerra de Moura Ufersa
  • Raquel Lima Salgado Ufersa
  • Patrícia de Oliveira Lima Ufersa

Resumo

Objetivou-se com este trabalho avaliar a qualidade da carne de cabritos mestiços abatidos aos 60 dias. Foram utilizados 24 cabritos machos distribuídos em três tratamentos e oito repetições: LC - leite de cabra (controle); LB - 100% leite bovino e LS - 50% de leite bovino + 50% de soro de queijo de leite bovino. Foram avaliados o pH0 e pHf, temperatura ao abate e após 24 horas, cor, capacidade de retenção de agua, perda de peso na cocção, força de cisalhamento, atividade de água, além da umidade, cinzas, proteínas e lipídeos. O pH médio da carcaça pós-abate foi de 6,3 e o pHf de 5,5. Não houve diferença significativa entre as temperaturas de carcaça fria, com média de 9,38. As amostras apresentaram valores inferiores para a coordenada L* (luminosidade) para carne caprina e superiores para a coordenada b* (amarelo). A carne dos animais da dieta leite caprino apresentou maior capacidade de retenção de água. Já a carne dos animais da dieta leite + soro expuseram menor perda de peso na cocção e menor força de cisalhamento. Os valores médios de umidade, proteína e extrato etéreo e cinzas foram: 75,91; 18,18; 1,92 e 1,59, respectivamente. Os parâmetros físico-químicos de qualidade da carne dos cabritos foram afetados pelas dietas líquidas avaliadas, não havendo influências negativas, sendo possível assim, a substituição do leite de cabra na fase de aleitamento por leite de vaca.

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Publicado
2016-01-01
Seção
Original Articles / Artigos de Pesquisa