Modelagem do crescimento e produção de Physalis angulata L.

Autores

  • Josué Pinheiro Machado Center for Agrarian, Environmental and Biological Sciences, Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, Cruz das Almas, BA, Brazil https://orcid.org/0000-0002-4618-666X
  • Andrea Vita Reis Mendonça Center for Agrarian, Environmental and Biological Sciences, Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, Cruz das Almas, BA, Brazil https://orcid.org/0000-0002-6597-5162
  • Arthur Bernardes Cecílio Filho Departament of Agricultural Sciences, Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Jaboticabal, SP, Brazil https://orcid.org/0000-0002-6706-5496
  • Manuela Oliveira de Souza Center for Exact and Technological Sciences, Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, Cruz das Almas, BA, Brazil https://orcid.org/0000-0003-1325-466X

DOI:

https://doi.org/10.1590/1983-21252026v3915227rc

Palavras-chave:

Propagação. Desenvolvimento. Ciclo. Modelos não-lineares.

Resumo

A espécie Physalis angulata, pertencente à família Solanaceae, apresenta potencial crescimento no mercado de pequenas frutas e indústria farmacológica. Porém, informações técnicas sobre seu ciclo de produção ainda são limitadas. Este estudo teve como objetivo ajustar e comparar os modelos de regressão logística não linear e de Gompertz para identificar qual deles melhor descreve a relação biológica entre a produção de frutos e o tempo de viveiro das mudas. O experimento foi realizado em delineamento inteiramente casualizado, constituído de cinco períodos de permanência das mudas no viveiro (22, 26, 30, 34 e 38 dias), cada tratamento com cinco repetições contendo 12 plantas por repetição. Após o transplante, as plantas foram avaliadas semanalmente até 70 dias quanto à sobrevivência, altura, diâmetro do colo e produtividade. Os modelos Logístico autorregressivo e Logístico apresentaram melhor desempenho no ajuste dos dados de crescimento em altura e diâmetro do caule das mudas de P. angulata L. O parâmetro “c”, tanto para altura quanto para diâmetro das mudas que permaneceram por 34 dias no viveiro, apresentaram crescimento mais acelerado em campo. Mudas que permaneceram no viveiro por 38 dias resultaram em maior produção de frutos em relação àquelas de menores idades.

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Publicado

22-07-2026

Edição

Seção

Artigo Científico